por Manoel Netto em
domingo, 22 de março de 2009

A boneca Barbie faz sucesso entre as meninas de 5 a 50 anos já faz tempo. Há exatos 50 anos nascia a boneca de plástico articulada e de formas perfeitas mais invejada pelas mini-mulheres desde então. Ela já foi dona-de-casa, astronauta, veterinária, cantora de rock … e recentemente vem fazendo sucesso alterando entre bailarinas e fadas.
A Exposição Barbie 50 Anos montada no Shopping Cidade Jardim é toda construída com a coleção particular do seu curador Carlos Keffer, um rapaz que aparenta ter cerca de 35 anos (ele estava lá ontem, quando visitei a exposição com minha filhota de 5 anos) e um interesse absurdo por bonecas. Estava exposta (ok, bem protegida, à prova de crianças) a primeira Barbie lançada (1959), comprada por ele por uma bagatela de R$ 250.000 – é, leu direito, duzentos e cinquenta mil reais! Isso é que é paixão.

O local é todo rosa, exceto por um quarto preto com paredes de couro acolchoadas, e cheio de plumas por todo lado. Até mesmo o aparelho de ar-condicionado foi pintado de rosa. O chão coberto com um tapete (rosa) com estampas da silhueta da cabeça da boneca, uma espécie de marca em alguns produtos da linha mais pré-adolescente. O local foi nomeado Museu Encantado da Barbie e a intenção do seu criador é conseguir apoio para tornar o museu permanente.
Uma curiosidade: achei bem bacana o que fizeram em todo o shopping. Cada loja tem pelo menos uma Barbie na vitrine, vestida de acordo com o que a loja vende e expõe na vitrine. Ótima sacada.
- O que: Exposição 50 Anos da Barbie
- Onde: Shopping Cidade Jardim, Piso 3
- Quando: Até o dia 31 de Julho – Terça a Sábado: 10h as 21h / Domingo: 12h as 18h
- Quanto: Gratuito
Dica de sobrevivência: um engov antes, outro depois + muita paciência + uma grana pra comprar uma Barbie pra sua filha na primeira loja do shopping (vai doer).
Avaliação: 




por Manoel Netto em
sábado, 4 de outubro de 2008
A praça de alimentação estava um pouco cheia e o ambiente aconchegante chamou nossa atenção – além de uma garota fazendo desenhos e animais com bexigas, que atraiu a nossa filha
. Resolvemos experimentar as especialidades alemãs do Braugarten.
Entradinha gostosa de pães e pastas e uma cervejinha mexicana chamada Dos Equis (XX) (R$ 5,50)- aliás, o Braugarten é uma cervejaria, portanto, tem cerveja de tudo que é parte do mundo por lá. Prontos para o almoço, resolvemos pedir o prato Sortidos do Cervejeiro (foto – R$ 50), uma coletânea de carnes, salsichas, batata e chucrute, acompanhados por purê de maçã. Mostarda escura e pimenta para temperar. Delícia.
Para quem vai com filhos pequenos, tem um espaço com brinquedos e tv, em local que dá para ficar de olho nos pimpolhos. O preço não é dos menores, mas é justo, tanto pela quantidade como qualidade e atendimento.
Dica de sobrevivência: não abuse da mostarda escura, pois ela não é fraca como as de supermercado e pode fazer mal se você exagerar.
Avaliação: 




por Manoel Netto em
domingo, 28 de setembro de 2008
Hoje fui almoçar no Shopping Morumbi e conheci um restaurante muito interessante, o Owan. Comida oriental – especialidades da Tailândia, China e Japão – em forma de rodízio por demanda. Você vai pedindo o que quer comer e é servido. Tem um buffet também, mas nem me cocei.
Eu não sou muito fã de peixe cru, mas aos poucos vou me arriscando e apurando o paladar. Hoje provei um dos pedaços com raiz forte, mas decididamente, não é pra mim (a raiz forte, o peixe vai ficando comível a cada experiência).
Como comida chinesa eu já conheço bastante, fiquei só na japonesa e tailandesa. Experimentei quase tudo do cardápio e aprovei 100% do que comi (exceto a tal raiz – eca – forte). Comida deliciosa, atendimento muito bom e preço compatível – não vá achando que é baratinho, o festival custa R$35, mas vale cada centavo.
Dica de sobreviência: vá devagar na comida tailandesa, se tiver pouca resistência a pimenta. O tempero é quente
.
Avaliação: 




* A dica do restaurante foi do Ronaldo. A foto é de divulgação.
por Manoel Netto em
sábado, 13 de setembro de 2008
Hoje fui assistir Caçadores de Dragões no cinema. Por conta de horário e facilidade de chegar, voltar, essas coisas que só quem mora em São Paulo sabe muito bem, escolhi o Shopping Morumbi, embora quisesse conhecer algum outro novo. O cinema escolhido: Cine TAM.
O filme é muito bacana, adoro a forma como eles deformam as proporções e a imaginação em criar um mundo onde a gravidade é relativa e dinâmica. Mas eu teria gostado muito mais do filme se o cinema ajudasse.
Primeiro as cadeiras são bastante desconfortáveis. O som estava absurdamente alto, fazendo com que meu ouvido doesse diversas vezes e eu saisse com dor de cabeça do cinema. Mais: a sala Londres, onde estava sendo exibido o filme, estava com um cheiro de mofo (Ronaldo ia espirrar nos primeiros 5 minutos de filme, certamente) e a tela ficou trêmula durante vários períodos de alguns minutos.
Caramba! Isso foi muito decepcionante. Primeiro porque paguei R$ 18,00 (DEZOITO REAIS, isso mesmo) pelo ingresso e segundo porque tive que aturar 7 (SETE) comerciais antes do primeiro trailer. SETE comerciais e mais DEZOITO reais de ingresso devem ser o suficiente para fazer um PUTA cinema, né não? E como, por favor, um cinema com o nome CINE TAM não tem integração com a base de dados do Programa Afiliados da TAM? Sem o meu cartão, não pude simplesmente dar meu CPF para obter desconto no ingresso. Shame.
Dica de Sobrevivência: Vá ao Cinemark (thanks, Yassuda), no shopping ao lado.
Avaliação: 




por Manoel Netto em
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Lá em Salvador, o Iguatemi (que eu não tenho certeza se é do mesmo grupo) é um shopping popular. Claramente dividido entre os níveis, o prédio tem 3 pisos que aumentam de preço e “classe social” conforme subimos as escadas rolantes.
No Iguatemi da Faria Lima eu não vi isso. Primeiro que o shopping é um imenso labirinto vertical. O conceito de “pisos” ou andares é subvertido totalmente por diversos níveis e subníveis com rampas e “mini-escadas”. Achei um tanto confuso, mas claro que foi apenas a primeira visita.
Apesar de bastante compartimentado, é raro ver alguma loja mais “acessível” – tá, tem uma C&A por lá. A maioria é de grife e cara. O mais interessante foi ver uma bolsa feminina em uma vitrine custando 31 MIL REAIS! É, eu no início tinha achado que 2 dos zeros correspondiam aos centavos do preço, mas ao lado havia um par de sapatos com a etiqueta “2400″ e definitivamente não há um sapato Louis Vuitton que custe 24 reais. Mas uma bolsa por 31 pilas, é demais. O preço de um carro popular numa bolsa rosa e “embolotada” (provavelmente couro de avestruz).
No mais, o shopping é bem bonito. Tem um mega relógio logo na entrada “movido” a líquido. Enorme, curioso, hipnotizante. Só o relógio já valeu o passeio.
Dica de sobrevivência: desligue o bolso ou deixe o cartão de crédito em casa.
Avaliação: 



