Voltando das férias

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Olá pessoas, quanto tempo. Alguns de vocês já sabem que eu fiz um mini-sabático em Salvador no final do ano passado e início deste. Férias ampliadas. Foi uma delícia (veja as fotos no Flickr), mas agora estou de volta para continuar mostrando para vocês o que rola aqui em São Paulo.

Shows gratuitos no Centro Cultural Vergueiro

Na programação de música erudita do CCSP estão rolando diversos shows de qualidade e gratuitos. É só chegar e garantir seu lugar. Anote aí:

  • Quinta (04/02) – 12h30 – Projeto Coisa Fina
  • Sexta (05/02) – 18h30 – Projeto Coisa Fina
  • Domingo (07/02) – 11h30 – Ars Nova Trio
  • Quinta (18/02) – 12h30 – Banda Urbana
  • Sexta (19/02) – 18h30 – Banda Urbana
  • Domingo (21/02) – 11h30 – Saxofonia / Quarteto de Saxofones
  • Quinta (25/02) – 12h30 – Heart Breakers
  • Sexta (26/02) – 18h30 – Heart Breakers
  • Domingo (28/02) – 11h30 – Sopra Trio / Clarinete, Oboé, Fagote

Confira mais detalhes da programação no site do CCSP

iPhone app exibe locais que aceitam Ticket Restaurante

Aplicação disponibilizada gratuitamente pela TR exibe estabelecimentos que aceitam Ticket como forma de pagamento. Dá pra filtrar por distância de onde você está (pelo GPS do aparelho), tipo de TR aceito (papel, cartão, alimentação ou carro) e exibe mais informações do estabelecimento.

Para baixar o aplicativo, siga o endereço da iTunes App Store

Imóveis para alugar – dicas de sobrevivência

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Aluga-se

Me mudei pela segunda vez desde que cheguei em Sampa. Agora estou bastante satisfeito com o apartamento que encontrei, tanto pela localização quanto por seu estado, mas a fria que me meti da primeira vez tinha que render um post de alerta. O primeiro apartamento foi escolhido na correria, para sair do flat, para atender ao dia da mudança de Londrina pra cá, etc. O resultado da correria é que o apê não era lá essas coisas, mal acabado, frio, úmido (até mofo deu, com trocadilhos), com vários defeitos de estrutura e num local contra-mão da zorra.

Como já passou e tudo finalmente deu certo (após dois dias de arrumação e desencaixotamento de coisas), vai aqui um pequeno Guia de Sobrevivência: Alugue um Apartamento. Ler o artigo completo

Zonas eleitorais da cidade de São Paulo – Onde votar

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Eu não estou em meu domicílio eleitoral, portanto, vou justificar meu voto. Mas para isso tive que procurar na Internet quais são as zonas existentes, para descobrir a mais perto de onde moro. Não achei. No site do TRE o link para essa pesquisa está quebrado e na Wikipedia a relação está incompleta.

Mas para quem vai votar em São Paulo, existe uma consulta por número do título de eleitor, disponível no site do TRE-SP e que funciona.

Consulte aqui sua Zona Eleitoral.

A noite na Avenida Paulista não acaba

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Av Paulista à noite no Flickr

Muito se diz sobre a violência de São Paulo, espalham aos 4 ventos e alguns até aterrorizam mesmo. Os paulistanos são tão grilados com isso que qualquer sinal de aproximação causa susto.

Outro dia eu fui pedir uma informação para uma senhora que estava passando na rua – de dia mesmo – e encostei (numa boa, não foi abrupto nem nada, maciota) nela, digo, cheguei perto enquanto andava na rua. A senhora quase deu um pulo pra trás e apertou o passo, me respondeu rapidamente a pergunta (tenho certeza que ela nem ouviu) apontando para um dos lados da rua e sumiu no horizonte. Putz! E eu nem tenho cara de marginal… eu acho.

Mesmo com tudo isso, me espanta – positivamente falando – que a Avenida Paulista seja movimentada em determinados horários (como 1 da manhã de uma sexta ou 10 da noite de um domingo). Mas movimentada mesmo, gente andando, a molecada de skate (!), trânsito, cinemas, metrô (até certo horário)… Já dei alguns passeios na Paulista nesses horários e é muito gostoso – tirando o frio dos últimos dias.

Dica de sobrevivência: Não custa ser prevenido e sair sem objetos caros, não é? Além disso, leve um casaco quente.

Subir ou descer a rua. Tem que saber ler as placas

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Placa ManualSP

Uma das grandes confusões que se faz aqui em São Paulo diz respeito a direção a ser tomada. Primeiro que paulistano é disléxico por natureza. O cara fala “mano, você pega aquê a esquêrda” e aponta para a direita, tá sabendo? Segundo porque não há um consenso com a expressão “subir a rua“.

Na Bahia, por exemplo, você pode considerar que subir uma rua é subir uma ladeira ou andar na direção norte ou simplesmente andar pra caramba (descer é sempre mais fácil e mais perto). Já em SP, aprenda, para subir uma rua, seja ou não uma ladeira, você tem que saber ler as placas (como a azul aí em cima).

A parte de baixo explicita o número e sentido da rua. Como essa placa de rua está sempre paralela à própria rua, fica fácil saber a direção. Na placa que usei como exemplo, “subir a rua” é simplesmente andar no sentido direito – ou seja – o sentido em que a numeração está aumentando.

Saiba mais sobre as placas de rua de Sampa e crie a sua própria no blog do Marmota.