por Manoel Netto em
domingo, 11 de dezembro de 2011
Eu simplemente sou fissurado em comida japonesa. Até vir morar em São Paulo, eu tinha um certo nojinho besta de experimentar, por ser cru e essas bobagens, mas depois que provei, me apaixonei. Desde então, sempre que posso eu almoço ou janto num japa.
Quando me mudei recentemente, vi que tem um japonês bem perto de casa. Naquele momento eu percebi que certamente iria comer japa todo final de semana. Não deu outra, até porque o Kazumi é muito bom.
Além do rodízio (recomendo o Simples, é muito bem servido e mais barato), eles oferecem a la carte de todas as comidas e sobremesas. O atendimento não frustra, mesmo quando a casa está cheia, e o preço é bem justo, a comida é muito boa e o local é bem agradável. Quando está cheio, fica um pouco barulhento, porque o lugar é pequeno, mas não chega a ser um problema.
Recomendo fortemente experimentar duas coisas: o sushi Chico César e o sushi de sobremesa de banana com açaí. Fantástico!
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por Manoel Netto em
sábado, 4 de outubro de 2008
A praça de alimentação estava um pouco cheia e o ambiente aconchegante chamou nossa atenção – além de uma garota fazendo desenhos e animais com bexigas, que atraiu a nossa filha
. Resolvemos experimentar as especialidades alemãs do Braugarten.
Entradinha gostosa de pães e pastas e uma cervejinha mexicana chamada Dos Equis (XX) (R$ 5,50)- aliás, o Braugarten é uma cervejaria, portanto, tem cerveja de tudo que é parte do mundo por lá. Prontos para o almoço, resolvemos pedir o prato Sortidos do Cervejeiro (foto – R$ 50), uma coletânea de carnes, salsichas, batata e chucrute, acompanhados por purê de maçã. Mostarda escura e pimenta para temperar. Delícia.
Para quem vai com filhos pequenos, tem um espaço com brinquedos e tv, em local que dá para ficar de olho nos pimpolhos. O preço não é dos menores, mas é justo, tanto pela quantidade como qualidade e atendimento.
Dica de sobrevivência: não abuse da mostarda escura, pois ela não é fraca como as de supermercado e pode fazer mal se você exagerar.
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por Manoel Netto em
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Ontem foi aniversário de um colega de trabalho, o Bruno Alves, e a turma do escritório (Brasigo + BlogBlogs) foi comemorar almoçando no Friday’s do Itaim. Pra quem não conhece, o TGI Friday’s (Thanks God, It’s Friday – Obrigado, Deus, é Sexta-feira) é uma das franquias importadas de restaurante, como o Hooters e o Out Back (depois eu falo sobre eles também).
O ambiente é bem bacana, seguindo aquela fórmula de objetos e placas antigas pregadas aleatoriamente nas paredes de madeira. Dá uma impressão de pessoal, aconchegante. Sabe como é né? Acaba ficando mesmo legal.
A comida, já era de se esperar, é cara #prontofalei. O cardápio é baseado praticamente em opções de carne. O meu pedido, com um nome bem Tabajara-like em inglês e que eu só lembro que tinha “pork” no meio, estava delicioso, com um molho doce por conta de açúcar mascavo presente. Delícioso mesmo. E o preço dessa opção é até razoável, justo pela quantidade oferecida e qualidade do prato. Recomendo.
Já as bebidas, me decepcionaram. Pedi uma Ultimate Marguerita (500mL) e veio uma tigela de abafabanca (suco de limão congelado e picado) com um pingadinho de tequila. Bombom de chocolate com licor tem mais álcool que isso. Depois o pessoal engatou em shots de tequila e eu tomei um, achando que uma dosezinha de tequila seria uma boa pra arrematar o suco de limão congelado. Nada. Não sei se foi a marca que usaram, mas aquela “tequila gold” tava parecendo mais chá de camomila. Fraquíssima, sem gosto, aguada (a única coisa forte era o limão – na foto da Thaís ao lado). Definitivamente, no Friday’s eu não bebo mais tequila.
Dica de sobrevivência: Vá com grana e não peça tequila.
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* Fotos: Silvio Tanaka
por Manoel Netto em
domingo, 24 de agosto de 2008

Foto: Tony Galvez no Flickr
Eu já falei aqui sobre a feira da Benedito Calixto, upadupa bacana. Ontem fui lá novamente e dessa vez o Consulado Mineiro não estava tão cheio e consegui conhecê-lo finalmente. Depois de meia hora na fila de espera, sentamos para saborear os pratos.
O valor não é lá muito atrativo, mas considerando a quantidade de comida, é justo. Pedimos um Triângulo Mineiro (42 reais) e uma porção de Costelinha (18 reais). Embora eles tenham chamado carne de charque de carne de sol, o charque desfiado estava delicioso, mas ainda fiquei na vontade da carne de sol, preciso achar um lugar que tenha (sugestões?). Estávamos em 3 adultos e uma criança, sobrou comida.
Além das delícias da cozinha mineira, você encontra também a cachacinha de Minas, que eu não provei ontem, mas sou fã.
Na vez anterior que almocei por lá, fui no restaurante vizinho, o São Benedito, que é também muito bom, um pouco mais barato e menos informal e confortável que o Consulado, mas vale a pena conhecer também.
Dica de Sobrevivência: não vá com crianças muito pequenas. Bebês detestam barulho e o ambiente é deveras barulhento.
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